| id | Categoria | Tese específica | |
|---|---|---|---|
| 15217 | Audiovisual | Uma célula audiovisual completa por país, replicada quatro vezes, com alcance dimensionado para cobrir a zona sem invadir a vizinha: som, luz e conteúdo desenhando as divisórias que o galpão não tinha | ★ escrita abaixo |
| 15230 | Cenografia | Quatro países dentro de um galpão vazio: cada área com os elementos do seu país e identidade de cor própria, mais um catálogo de oito famílias de estande que absorveu 53 montagens sem redesenhar nada | |
| 15239 | Infraestrutura Técnica para Eventos | Toda a distribuição elétrica do evento feita pela casa, do gerador dedicado a cada estande, cada área de expositor e cada palco, com eletricista dedicado, equipe de técnicos e equipamento próprio, e montagem em turnos de 12h atravessando a madrugada |
A Nobox Group (AV2PLAY) executou a produção técnica, o audiovisual, a iluminação, a cenografia e a infraestrutura elétrica da Expo MinÁsia Te Leva 2025, realizada no PRO MAGNO Centro de Eventos, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de janeiro de 2025.
Esta foi a primeira edição do evento. A contratante é a MinÁsia, agência de viagens que opera excursões para países asiáticos, entre eles Japão, China, Coreia do Sul e Tailândia. A Expo nasceu como promoção da própria marca e com uma ideia simples de enunciar: em vez de levar as pessoas até a Ásia, trazer um pouco da Ásia para o Brasil. A operação ocupou o Pavimento Anexo do Pro Magno, com 3.000 m² de área, dimensionada para 3.000 pessoas, e o evento recebeu público de aproximadamente 3.000 pessoas nos dois dias.
A planta foi dividida em quatro áreas, uma para cada país, cada uma com a sua cenografia, os seus patrocinadores e as suas ativações. O escopo da Nobox Group cobriu o palco principal, o estande da MinÁsia, o palco VIP, os quatro palcos de país e a montagem completa de todos os estandes.
Foram 53 montagens de estande, entre estandes construídos em madeira, estandes de backdrop impresso, 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas. O audiovisual foi entregue completo: painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição, além de toda a parte cenográfica, palcos, estruturas e backdrops, com marcenaria e tapeçaria dos estandes.
Somam-se ao escopo o credenciamento com cinco postos e 3.100 credenciais produzidas, a sinalização do pavilhão com mais de 20 tótens e backdrops, 186 refletores Par LED e a distribuição elétrica de todo o evento, alimentada por gerador dedicado, com responsabilidade técnica assinada.
Em campo atuaram 35 postos fixos de operação e coordenação, mais dez turnos de carga e montagem. A montagem começou na noite de 23 de janeiro e atravessou a virada em turnos de doze horas. O evento operou das 08h às 20h no dia 25 e das 08h às 18h no dia 26, e a desmontagem começou na mesma noite do encerramento.
A Expo MinÁsia Te Leva 2025 não pediu à Nobox Group (AV2PLAY) um palco sonorizado e um telão. Pediu que um galpão grande e vazio virasse a Ásia. O evento é uma feira de imersão cultural em quatro países, Coreia do Sul, Japão, China e Tailândia, e a planta foi dividida em quatro áreas, uma para cada um deles. O desafio central foi construir, dentro de um pavilhão único, um espaço que parecesse realmente a Ásia para o público, onde as pessoas pudessem andar por essas ruas e sentir que tinham atravessado de um país para outro.
Cada uma dessas quatro áreas precisava fazer três coisas ao mesmo tempo. Primeiro, ser reconhecível: a cenografia da China voltada para itens chineses, a da Coreia com os detalhes que remetem à Coreia, e o mesmo para Japão e Tailândia, até o nível da lanterna pendurada e do elemento decorativo de rua. Segundo, abrigar os patrocinadores e as ativações referentes àquele país, cada um com a sua marca, o seu produto e a sua arte. Terceiro, conviver com a presença institucional da MinÁsia, que precisava aparecer com força no seu próprio estande e na plenária principal, sem quebrar a ilusão de que aquele trecho do pavilhão era o país.
Sobre esse desenho corre a segunda dificuldade, que é sonora. Foram cinco programações diferentes acontecendo ao mesmo tempo dentro de um pavilhão de 3.000 m², sem uma parede sequer separando uma da outra: a plenária principal e os quatro palcos de país, cada um com atração, idioma, música e horário próprios. O Pavimento Anexo do PRO MAGNO é um espaço industrial, de piso de concreto e estrutura aparente, sem nenhum tratamento acústico e sem nenhum recorte de sala. Em desenho convencional, com um sistema de som grande cobrindo o pavilhão inteiro, a apresentação de dança de um vira ruído de fundo da oficina de culinária do outro, e nenhuma das cinco funciona.
O público agrava o problema. Não é congresso de plateia sentada, é feira paga, de circulação livre: o visitante entra, atravessa as quatro zonas de país, come, compra, fotografa e para na atração que o segurar. Sem parede, a única coisa capaz de dizer onde termina o Japão e começa a Tailândia é o audiovisual. Som e luz não são acabamento neste projeto, são a arquitetura.
A terceira camada é o número de frentes que não são palco. Ao redor dos palcos havia 53 montagens de estande, entre estandes construídos em madeira, estandes de backdrop impresso, 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas. Cada posição tem cenografia, arte aplicada, mobiliário, energia e iluminação próprias, e cada uma depende de um patrocinador que precisa validar a sua arte e chegar com o seu produto. É uma operação de linha de montagem correndo em paralelo à operação de espetáculo, com o mesmo prazo e a mesma equipe.
A quarta camada é elétrica. Um pavilhão de eventos não entrega pela tomada de parede a energia de 53 estandes, de cinco palcos com painel de LED, som e luz, das 19 barracas de comida, que são cozinhas em operação e não vitrines, e da ambientação de todo o pavilhão. Era preciso levar energia do gerador até cada área do evento e, dentro dela, até cada estande e cada palco, o que exige gerador dedicado, distribuição elétrica projetada, eletricistas escalados e responsabilidade técnica assinada.
A quinta camada é a janela. Não havia dois dias corridos de montagem em horário comercial. A carga entrou na noite de 23 de janeiro e a montagem atravessou a virada em turnos de doze horas até a abertura das portas, às 08h do dia 25. Depois do encerramento do segundo dia, às 18h, a desmontagem começou na mesma noite. Cada frente que não fechasse dentro dessa janela não teria uma segunda.
E tudo isso era primeira edição. Não havia planta do ano anterior para repetir, nem histórico de circulação, de consumo ou de comportamento de público para dimensionar as quatro áreas. A única referência disponível era a promessa da marca: quem entrasse ali tinha que sentir que estava na Ásia.
A resposta da Nobox Group (AV2PLAY) não foi montar um sistema grande e reparti-lo entre os palcos. Foi tratar cada país como uma célula fechada, cenográfica e audiovisual ao mesmo tempo, replicar essa célula quatro vezes e usar cenografia, som, luz e conteúdo para desenhar as divisórias que o galpão não tinha.
A cenografia foi construída país a país. Cada uma das quatro áreas recebeu os seus próprios elementos, das lanternas coreanas aos detalhes chineses, japoneses e tailandeses, aplicados nas fachadas dos estandes, nas barracas de comida, na sinalização e no entorno do palco daquele país. Cada zona ganhou também uma identidade de cor, e é ela que faz o trabalho da parede: o visitante lê a troca de país pelo ambiente antes de ler qualquer placa. Dentro de cada área, os patrocinadores e as ativações daquele país foram encaixados na mesma linguagem, de modo que a marca do expositor entrasse na cena em vez de competir com ela.
Cada palco de país recebeu uma cadeia audiovisual própria e completa: painel de LED, sistema de áudio, sistema de iluminação cênica, house mix e técnico dedicado que não sai dali. O palco da Coreia não depende de nada que esteja no palco do Japão, e o alcance de cada sistema foi dimensionado para cobrir a sua zona sem invadir a vizinha. A plenária principal, o estande da MinÁsia e o palco VIP, montado na área VIP do próprio estande, seguiram a mesma lógica de autonomia.
O audiovisual foi entregue completo, e não como locação de equipamento avulso: painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição. O conteúdo exibido reforçou a leitura cenográfica, com a arte de cada palco trazendo o nome da frente em português e no idioma do país. A luz do pavilhão foi tratada como projeto à parte, com 186 refletores Par LED, e a sinalização recebeu mais de 20 tótens e backdrops, para que a orientação do visitante não dependesse de mapa impresso.
A cenografia de expositor foi resolvida como catálogo, e não como projeto único. Foram desenhadas oito famílias de estande com escopo fixo: master, Gold completo, Gold simples, Gold só carpete, Lilac completo, Lilac simples, Purple Plus e barraca de comida, mais o módulo da Vila dos Artistas. As 53 montagens foram encaixadas nessas famílias, o que transforma dezenas de projetos individuais em um punhado de produtos repetíveis e permite fechar arte com dezenas de patrocinadores em paralelo, sem redesenhar nada. A Nobox Group fez a produção técnica completa desses estandes, com marcenaria e tapeçaria, além da montagem e da entrega de cada um deles.
A operação de campo foi organizada por zona geográfica, e não por especialidade. Além da produção geral, o projeto escalou dois coordenadores técnicos, um responsável por Japão e Tailândia e outro por China e Coreia. Cada coordenador responde por uma metade inteira do pavilhão, palcos e estandes juntos, o que encurta a distância entre um problema e quem decide.
A energia foi tratada como projeto, e não como puxada de tomada. Toda a distribuição elétrica do evento foi feita pela Nobox Group, a partir de um gerador dedicado, e chegou a cada estande, a cada área de expositor e a cada palco, alimentando também o audiovisual das cinco frentes, as barracas de comida e a ambientação do pavilhão. A frente teve eletricista dedicado e equipe de técnicos em campo, do início da montagem ao fim da desmontagem, com caixas de energia, cabeamento e equipamento próprio da casa, e com responsabilidade técnica assinada, estrutural e elétrica. Nenhum trecho da alimentação ficou dependendo da instalação existente do pavilhão nem repartido entre fornecedores diferentes: o caminho da energia, do gerador até a régua do último expositor, foi desenhado, montado e operado pela mesma equipe.
O credenciamento entrou como frente própria, com cinco postos equipados com notebook e impressora térmica, switch de rede e técnico de TI, e 3.100 credenciais produzidas para os dois dias, de modo que a entrada de um público de circulação livre não virasse fila na porta.
Por fim, a montagem foi cortada em turnos de doze horas atravessando a madrugada, com equipes de carga e de montagem separadas, para que a janela entre a noite de 23 de janeiro e a abertura do dia 25 fosse contínua. Em campo atuaram 35 postos fixos de operação e coordenação, mais dez turnos de carga e montagem.
A primeira edição da Expo MinÁsia Te Leva foi entregue dentro do calendário combinado. A abertura aconteceu no dia 25 de janeiro de 2025, às 08h, e o pavilhão operou em público até as 20h daquele dia; no dia 26 o evento seguiu até o encerramento e a desmontagem começou na mesma noite. [CONFIRMAR: horário de encerramento do dia 26, a OS v.05 registra 18h e a revisão de 04/09/2026 fala em 20h] É o que estava de pé na abertura das portas que sustenta a data: as cinco frentes de palco, o estande institucional da MinÁsia, as 53 posições de expositor, as 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas já estavam prontas, energizadas e com conteúdo rodando quando o primeiro visitante entrou.
O público veio no tamanho para o qual a operação foi dimensionada: aproximadamente 3.000 pessoas nos dois dias, em um pavilhão de 3.000 m² preparado para 3.000. Em uma primeira edição, sem histórico de circulação e sem planta de ano anterior para copiar, dimensionamento e realização coincidirem é o sinal mais direto de que o projeto foi calculado, e não estimado.
O indicador mais vivo, porém, é o comportamento desse público. A Expo fala com um público muito ativo em mídias sociais, e foi assim que o evento se comportou: repercussão grande nas redes, muito compartilhamento do que as pessoas fotografaram e filmaram dentro do pavilhão, engajamento alto e interação constante com as marcas presentes. As quatro áreas de país foram construídas para serem percorridas e fotografadas, com cenografia temática própria, identidade de cor por zona e conteúdo bilíngue nos painéis, e o visitante usou o espaço exatamente assim, como cenário que ele mesmo distribuiu. Para um evento que existe para promover uma marca, esse é o comportamento que se quer provocar, e ele apareceu como consequência do que foi construído em campo. [CONFIRMAR: números de alcance, compartilhamentos e publicações, caso a MinÁsia tenha relatório de mídia do período]
Essa repercussão virou negócio para a contratante, e esse é o indicador mais forte do case. A MinÁsia é uma agência de viagens que opera excursões para o Japão, a China, a Coreia do Sul e a Tailândia, e criou a Expo para promover a própria marca, trazendo um pouco da Ásia ao Brasil em vez de levar as pessoas até lá. O evento entregou essa promessa em forma de espaço, e a cliente converteu a atenção gerada em venda de pacotes de viagem. É a régua que interessa a um evento de marca: o visitante entrou para conhecer quatro países dentro de um galpão e saiu comprando a viagem até eles. A operação não se encerrou junto com o evento, ela continuou rendendo no balcão de vendas da agência.
A leitura da MinÁsia sobre a entrega foi de satisfação, com a operação em si, com a qualidade do que foi montado e com o engajamento do público dentro do espaço. Não existe avaliação formal ou índice documentado da cliente para este projeto: o registro é o relato da equipe que conduziu o evento.
A nota final é a amplitude do que foi contratado. A Nobox Group (AV2PLAY) não entrou como mais um fornecedor entre vários, com uma fatia do evento debaixo do braço. Respondeu como fornecedor único de infraestrutura: produção técnica do evento; audiovisual completo, com painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição; toda a cenografia, dos quatro países aos palcos, estruturas e backdrops; a montagem de todos os estandes, com marcenaria e tapeçaria; a sinalização do pavilhão; o credenciamento; e toda a distribuição elétrica, do gerador dedicado a cada estande, cada área de expositor e cada palco. Um pavilhão vazio de 3.000 m² virou quatro países percorríveis a pé, com cinco programações simultâneas e 53 montagens de estande, sob um único interlocutor técnico. É isso que permite que a divisória entre o Japão e a Tailândia seja uma decisão de projeto, e não uma negociação entre empresas diferentes no meio da madrugada de montagem.
| Evento | Primeira edição da Expo MinÁsia Te Leva · abertura 25/01/2025 às 08h, operação até as 20h · 26/01/2025 até o encerramento, com desmontagem na mesma noite · PRO MAGNO Centro de Eventos, Pavimento Anexo, São Paulo/SP · montagem a partir da noite de 23/01 · [CONFIRMAR: encerramento do dia 26, a OS v.05 registra 18h e o 2º áudio fala em 20h] OS 01.25.001 v.05 e áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026 |
|---|---|
| Contratante | MinÁsia, agência de viagens que opera excursões para Japão, China, Coreia do Sul e Tailândia · criou a Expo como promoção da própria marca, para trazer um pouco da Ásia ao Brasil áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026 |
| Área | 3.000 m² (Pavimento Anexo) planta comercial do anexo, carimbo do espaço |
| Público | Dimensionado para 3.000 pessoas · realizado de aproximadamente 3.000 pessoas nos dois dias áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026 |
| Programações simultâneas | 5: a plenária principal e os 4 palcos de país (Coreia do Sul, Japão, China e Tailândia), cada um com atração, idioma, música e horário próprios OS de audiovisual v.05 e áudio de revisão do Chaves |
| Escopo da Nobox | Palco principal, estande da MinÁsia, palco VIP, os quatro palcos de país e a montagem completa de todos os estandes · produção técnica do evento também da Nobox OS v.05 e áudio de revisão do Chaves |
| Audiovisual | Completo: painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição · cadeia própria e house mix por frente OS de audiovisual v.05 |
| Cenografia | Toda a parte cenográfica: palcos, estruturas, backdrops e a montagem dos estandes com marcenaria e tapeçaria · planta dividida em 4 áreas, uma por país, cada uma com elementos do seu país e identidade de cor OS de cenografia v.05, planta baixa final e acervo |
| Estandes | 53 montagens, entre estandes construídos em madeira, estandes de backdrop impresso, 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas resumo de cenografia por posição |
| Famílias de estande | 8 famílias de catálogo com escopo fixo (master, Gold completo, Gold simples, Gold só carpete, Lilac completo, Lilac simples, Purple Plus e barraca de comida), mais o módulo da Vila dos Artistas proposta de estandes fechados v.04 e MC v.06 |
| Luz e sinalização | 186 refletores Par LED · mais de 20 tótens e backdrops de sinalização do pavilhão MC v.06 e OS de audiovisual v.05 |
| Energia | Toda a distribuição elétrica do evento feita pela Nobox, do gerador dedicado até cada estande, cada área de expositor e cada palco, mais o audiovisual e a ambientação · eletricista dedicado e equipe de técnicos · caixas de energia, cabeamento e equipamento próprio · responsabilidade técnica assinada, estrutural e elétrica OS de audiovisual v.05, planejamento de custo e 2º áudio de revisão do Chaves |
| Credenciamento | 5 postos com notebook e impressora térmica, switch de rede e técnico de TI · 3.100 credenciais produzidas OS de audiovisual v.05 e planejamento de custo |
| Equipe em campo | 35 postos fixos de operação e coordenação, mais 10 turnos de carga e montagem · 2 coordenadores técnicos, um para Japão e Tailândia, outro para China e Coreia planejamento de custo v.05, seção de recursos humanos |
| Montagem e desmontagem | Carga a partir da noite de 23/01, montagem em turnos de 12 horas atravessando a virada, com equipes de carga e de montagem separadas, até a abertura do dia 25 em força contínua · desmontagem iniciada na mesma noite do encerramento OS v.05 e planejamento de custo |
| Repercussão e conversão | Público muito ativo em mídias sociais: repercussão grande, muitos compartilhamentos, engajamento e interação · a MinÁsia converteu a repercussão em venda de pacotes de viagem · cliente satisfeita com a entrega, a qualidade e o engajamento do público · [CONFIRMAR: não há relatório de mídia nem número de alcance, compartilhamento ou venda; o registro é relato] 2º áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026 |
| Relação com o cliente (fora do texto) | 3 contratações em 7 meses: MinÁsia Cast (jun/2024), lançamento da Expo (dez/2024) e a Expo (jan/2025) · fato mantido no dossiê, mas retirado do Retorno por decisão do Chaves no 2º áudio propostas, OS 06.24.142 e projeto 01.25.001 |
| O que falta |
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