Prêmio Caio 2026 · Expo MinÁsia Te Leva 2025 · 3 inscrições

Operação Audiovisual da Expo MinÁsia Te Leva 2025

Segmento Serviços · 3 categorias inscritas · Concorrente Nobox Group (AV2Play)
✅ SEGUNDO áudio do Rodrigo Chaves aplicado: Solução e Retorno reescritos.

Ele continuou a leitura linha a linha, agora na Solução e principalmente no Retorno.

SOLUÇÃO, camada elétrica reescrita. Saíram a quantidade de pontos de energia ("não precisa de nada dessa quantidade de pontos") e a menção a ordem de serviço ("de novo ordem de serviço, não precisa disso"). No lugar entrou o enunciado que ele ditou: toda a distribuição elétrica do evento foi feita pela Nobox, chegando a cada estande, a cada área de expositor e a cada palco, com eletricista dedicado, equipe de técnicos, caixas de energia, cabeamento e equipamento próprio. A montagem em turnos de 12 horas atravessando a madrugada, com equipes de carga e de montagem separadas, janela na noite do dia 23 e abertura no dia 25 em força contínua, foi mantida como estava.

RETORNO, reescrito do zero. Ele cortou todo o eixo comercial: quantidade e valor de contrato, crescimento de escopo, faturas, extras e fechamento contábil ("nada disso é relevante"). Cortou também o indicador de ordem de serviço, o indicador das 29 fotografias ("aqui a gente está falando sobre fotos, pode retirar esse parágrafo inteiro") e a menção de que a MinÁsia já havia contratado a Nobox antes.

O novo Retorno se apoia em cinco coisas, na ordem que ele pediu: 1) a entrega no calendário, com todas as frentes de palco e as posições de expositor de pé na abertura; 2) satisfação e repercussão de público, um público muito ativo em mídias sociais, com muito compartilhamento, engajamento e interação, escrito como comportamento observado e sem métrica inventada; 3) a conversão em negócio para a cliente, que transformou essa repercussão em venda de pacotes de viagem, o indicador mais forte do case, porque o evento existia para promover a marca de uma operadora de viagens e a promessa virou venda; 4) a satisfação da MinÁsia com a entrega, a qualidade e o engajamento do público; 5) a grandiosidade da entrega, com a Nobox como fornecedor único de infraestrutura, respondendo por audiovisual, cenografia, montagem de todos os estandes, palcos e distribuição elétrica, e não por uma fatia entre vários fornecedores. Essa é a nota final do capítulo.
✅ Áudio de 14 minutos do Rodrigo Chaves aplicado linha a linha.

O Chaves revisou o case inteiro e a correção mais pesada é de eixo. O Desafio abria pelo problema acústico, e ele disse textualmente que esse não era o principal desafio. O principal era montar um galpão grande e vazio como se fosse a Ásia, com quatro países, abrigando dentro da área de cada país os seus patrocinadores e ativações, e ao mesmo tempo carregando a parte institucional da MinÁsia no estande e na plenária. O Desafio foi reescrito para liderar pelo eixo cenográfico e de experiência, e a separação acústica virou camada de apoio. O parágrafo que ele elogiou ("som e luz não são acabamento neste projeto, são a arquitetura") foi mantido, só reposicionado.

SAIU DO CASE INTEIRO, a pedido dele: valor de contrato e faturamento ("não é relevante para o prêmio, tem que falar do evento em si, não do nosso contrato"), ordens de serviço ("é processo interno"), metragem do estande master, medidas de palco, quantidade de lugares, tamanho dos LEDs, quantidade de kVA, listas de equipamento item a item, foco nos receptores e a expressão "cobertura solta".

ENTROU: é a primeira edição do evento; a MinÁsia é uma agência de viagens que faz excursões para Japão, China, Coreia e Tailândia e criou a Expo para trazer a Ásia ao Brasil em vez de levar as pessoas até lá; público realizado de aproximadamente 3.000 pessoas; dimensionamento atualizado de 2.500 para 3.000; foram 5 programações simultâneas, não 6; não houve espaço de podcast; a produção técnica também foi da Nobox; a empresa é nomeada como Nobox Group (AV2Play); a contratante é MinÁsia, sem razão social.
O projeto real está inteiro no Drive e o acervo cobre a operação.

A pasta 01.25.001 MinÁsia, MinÁsia Te Leva Expo 2025, no Drive compartilhado 01. Nobox, está completa, do briefing ao fechamento. Foram lidos o briefing do cliente, as propostas, as matrizes comerciais, o planejamento de custo do fechamento, o resumo de cenografia posição a posição, as ordens de serviço e as plantas. Escopo executado, quantidades e dimensionamento não são mais lacuna (as peças comerciais seguem arquivadas, mas ficaram fora do texto por decisão do Chaves).

As 29 fotos da Andressa foram conferidas uma a uma: estande da MinÁsia acabado e iluminado, plenária em operação com painel de LED ligado e house mix ocupado, palcos de país com arte bilíngue no LED e público assistindo a oficinas sentado no chão, área de alimentação e Vila dos Artistas cheias e estandes de expositor entregues.
⚠️ O que ainda falta.

1. Carta de anuência da MinÁsia. Não existe no Drive.

2. Avaliação formal do cliente (NPS ou equivalente). Deixou de ser lacuna aberta no texto: a satisfação da MinÁsia com a entrega, a qualidade e o engajamento do público entra no Retorno como relato, conforme o 2º áudio do Chaves. Segue valendo o registro de que não há NPS, índice ou carta de avaliação documentada no Drive.

3. Métrica de mídia social. A repercussão foi escrita como comportamento observado, sem número inventado. Se a MinÁsia tiver relatório com alcance, compartilhamentos ou publicações do período, entra direto no Retorno.

4. Horário de encerramento do dia 26. A OS v.05 registra 18h e o 2º áudio do Chaves fala em 20h. O trecho está marcado com [CONFIRMAR] no Retorno.

5. Quais fornecedores de operação (ambulância, bombeiro, segurança, limpeza, caçamba, banheiro químico) foram efetivamente contratados. Há orçamento na pasta, não há contratação no fechamento.

6. Número de caminhões ou carretas. O fechamento traz uma linha única de logística de transporte.

7. Fotografia do credenciamento em operação e do pavilhão no pico de público.

8. Se haverá edição seguinte da Expo. Esta é a primeira.

Inscrições e a tese de cada uma

idCategoriaTese específica
15217AudiovisualUma célula audiovisual completa por país, replicada quatro vezes, com alcance dimensionado para cobrir a zona sem invadir a vizinha: som, luz e conteúdo desenhando as divisórias que o galpão não tinha★ escrita abaixo
15230CenografiaQuatro países dentro de um galpão vazio: cada área com os elementos do seu país e identidade de cor própria, mais um catálogo de oito famílias de estande que absorveu 53 montagens sem redesenhar nada
15239Infraestrutura Técnica para EventosToda a distribuição elétrica do evento feita pela casa, do gerador dedicado a cada estande, cada área de expositor e cada palco, com eletricista dedicado, equipe de técnicos e equipamento próprio, e montagem em turnos de 12h atravessando a madrugada
O mesmo evento, três textos diferentes. O fato histórico não muda; o que muda é o que cada categoria premia. Abaixo está escrito o de Audiovisual. Os outros dois seguem o mesmo padrão factual com o eixo trocado.

Apresentação, ficha técnica

Ficha técnica

2.027 caracteres · alvo 1.000 a 2.500

A Nobox Group (AV2PLAY) executou a produção técnica, o audiovisual, a iluminação, a cenografia e a infraestrutura elétrica da Expo MinÁsia Te Leva 2025, realizada no PRO MAGNO Centro de Eventos, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de janeiro de 2025.

Esta foi a primeira edição do evento. A contratante é a MinÁsia, agência de viagens que opera excursões para países asiáticos, entre eles Japão, China, Coreia do Sul e Tailândia. A Expo nasceu como promoção da própria marca e com uma ideia simples de enunciar: em vez de levar as pessoas até a Ásia, trazer um pouco da Ásia para o Brasil. A operação ocupou o Pavimento Anexo do Pro Magno, com 3.000 m² de área, dimensionada para 3.000 pessoas, e o evento recebeu público de aproximadamente 3.000 pessoas nos dois dias.

A planta foi dividida em quatro áreas, uma para cada país, cada uma com a sua cenografia, os seus patrocinadores e as suas ativações. O escopo da Nobox Group cobriu o palco principal, o estande da MinÁsia, o palco VIP, os quatro palcos de país e a montagem completa de todos os estandes.

Foram 53 montagens de estande, entre estandes construídos em madeira, estandes de backdrop impresso, 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas. O audiovisual foi entregue completo: painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição, além de toda a parte cenográfica, palcos, estruturas e backdrops, com marcenaria e tapeçaria dos estandes.

Somam-se ao escopo o credenciamento com cinco postos e 3.100 credenciais produzidas, a sinalização do pavilhão com mais de 20 tótens e backdrops, 186 refletores Par LED e a distribuição elétrica de todo o evento, alimentada por gerador dedicado, com responsabilidade técnica assinada.

Em campo atuaram 35 postos fixos de operação e coordenação, mais dez turnos de carga e montagem. A montagem começou na noite de 23 de janeiro e atravessou a virada em turnos de doze horas. O evento operou das 08h às 20h no dia 25 e das 08h às 18h no dia 26, e a desmontagem começou na mesma noite do encerramento.

Desafio, Solução e Retorno · categoria Audiovisual (id 15217)

Desafio

3.924 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

A Expo MinÁsia Te Leva 2025 não pediu à Nobox Group (AV2PLAY) um palco sonorizado e um telão. Pediu que um galpão grande e vazio virasse a Ásia. O evento é uma feira de imersão cultural em quatro países, Coreia do Sul, Japão, China e Tailândia, e a planta foi dividida em quatro áreas, uma para cada um deles. O desafio central foi construir, dentro de um pavilhão único, um espaço que parecesse realmente a Ásia para o público, onde as pessoas pudessem andar por essas ruas e sentir que tinham atravessado de um país para outro.

Cada uma dessas quatro áreas precisava fazer três coisas ao mesmo tempo. Primeiro, ser reconhecível: a cenografia da China voltada para itens chineses, a da Coreia com os detalhes que remetem à Coreia, e o mesmo para Japão e Tailândia, até o nível da lanterna pendurada e do elemento decorativo de rua. Segundo, abrigar os patrocinadores e as ativações referentes àquele país, cada um com a sua marca, o seu produto e a sua arte. Terceiro, conviver com a presença institucional da MinÁsia, que precisava aparecer com força no seu próprio estande e na plenária principal, sem quebrar a ilusão de que aquele trecho do pavilhão era o país.

Sobre esse desenho corre a segunda dificuldade, que é sonora. Foram cinco programações diferentes acontecendo ao mesmo tempo dentro de um pavilhão de 3.000 m², sem uma parede sequer separando uma da outra: a plenária principal e os quatro palcos de país, cada um com atração, idioma, música e horário próprios. O Pavimento Anexo do PRO MAGNO é um espaço industrial, de piso de concreto e estrutura aparente, sem nenhum tratamento acústico e sem nenhum recorte de sala. Em desenho convencional, com um sistema de som grande cobrindo o pavilhão inteiro, a apresentação de dança de um vira ruído de fundo da oficina de culinária do outro, e nenhuma das cinco funciona.

O público agrava o problema. Não é congresso de plateia sentada, é feira paga, de circulação livre: o visitante entra, atravessa as quatro zonas de país, come, compra, fotografa e para na atração que o segurar. Sem parede, a única coisa capaz de dizer onde termina o Japão e começa a Tailândia é o audiovisual. Som e luz não são acabamento neste projeto, são a arquitetura.

A terceira camada é o número de frentes que não são palco. Ao redor dos palcos havia 53 montagens de estande, entre estandes construídos em madeira, estandes de backdrop impresso, 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas. Cada posição tem cenografia, arte aplicada, mobiliário, energia e iluminação próprias, e cada uma depende de um patrocinador que precisa validar a sua arte e chegar com o seu produto. É uma operação de linha de montagem correndo em paralelo à operação de espetáculo, com o mesmo prazo e a mesma equipe.

A quarta camada é elétrica. Um pavilhão de eventos não entrega pela tomada de parede a energia de 53 estandes, de cinco palcos com painel de LED, som e luz, das 19 barracas de comida, que são cozinhas em operação e não vitrines, e da ambientação de todo o pavilhão. Era preciso levar energia do gerador até cada área do evento e, dentro dela, até cada estande e cada palco, o que exige gerador dedicado, distribuição elétrica projetada, eletricistas escalados e responsabilidade técnica assinada.

A quinta camada é a janela. Não havia dois dias corridos de montagem em horário comercial. A carga entrou na noite de 23 de janeiro e a montagem atravessou a virada em turnos de doze horas até a abertura das portas, às 08h do dia 25. Depois do encerramento do segundo dia, às 18h, a desmontagem começou na mesma noite. Cada frente que não fechasse dentro dessa janela não teria uma segunda.

E tudo isso era primeira edição. Não havia planta do ano anterior para repetir, nem histórico de circulação, de consumo ou de comportamento de público para dimensionar as quatro áreas. A única referência disponível era a promessa da marca: quem entrasse ali tinha que sentir que estava na Ásia.

Solução

4.343 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

A resposta da Nobox Group (AV2PLAY) não foi montar um sistema grande e reparti-lo entre os palcos. Foi tratar cada país como uma célula fechada, cenográfica e audiovisual ao mesmo tempo, replicar essa célula quatro vezes e usar cenografia, som, luz e conteúdo para desenhar as divisórias que o galpão não tinha.

A cenografia foi construída país a país. Cada uma das quatro áreas recebeu os seus próprios elementos, das lanternas coreanas aos detalhes chineses, japoneses e tailandeses, aplicados nas fachadas dos estandes, nas barracas de comida, na sinalização e no entorno do palco daquele país. Cada zona ganhou também uma identidade de cor, e é ela que faz o trabalho da parede: o visitante lê a troca de país pelo ambiente antes de ler qualquer placa. Dentro de cada área, os patrocinadores e as ativações daquele país foram encaixados na mesma linguagem, de modo que a marca do expositor entrasse na cena em vez de competir com ela.

Cada palco de país recebeu uma cadeia audiovisual própria e completa: painel de LED, sistema de áudio, sistema de iluminação cênica, house mix e técnico dedicado que não sai dali. O palco da Coreia não depende de nada que esteja no palco do Japão, e o alcance de cada sistema foi dimensionado para cobrir a sua zona sem invadir a vizinha. A plenária principal, o estande da MinÁsia e o palco VIP, montado na área VIP do próprio estande, seguiram a mesma lógica de autonomia.

O audiovisual foi entregue completo, e não como locação de equipamento avulso: painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição. O conteúdo exibido reforçou a leitura cenográfica, com a arte de cada palco trazendo o nome da frente em português e no idioma do país. A luz do pavilhão foi tratada como projeto à parte, com 186 refletores Par LED, e a sinalização recebeu mais de 20 tótens e backdrops, para que a orientação do visitante não dependesse de mapa impresso.

A cenografia de expositor foi resolvida como catálogo, e não como projeto único. Foram desenhadas oito famílias de estande com escopo fixo: master, Gold completo, Gold simples, Gold só carpete, Lilac completo, Lilac simples, Purple Plus e barraca de comida, mais o módulo da Vila dos Artistas. As 53 montagens foram encaixadas nessas famílias, o que transforma dezenas de projetos individuais em um punhado de produtos repetíveis e permite fechar arte com dezenas de patrocinadores em paralelo, sem redesenhar nada. A Nobox Group fez a produção técnica completa desses estandes, com marcenaria e tapeçaria, além da montagem e da entrega de cada um deles.

A operação de campo foi organizada por zona geográfica, e não por especialidade. Além da produção geral, o projeto escalou dois coordenadores técnicos, um responsável por Japão e Tailândia e outro por China e Coreia. Cada coordenador responde por uma metade inteira do pavilhão, palcos e estandes juntos, o que encurta a distância entre um problema e quem decide.

A energia foi tratada como projeto, e não como puxada de tomada. Toda a distribuição elétrica do evento foi feita pela Nobox Group, a partir de um gerador dedicado, e chegou a cada estande, a cada área de expositor e a cada palco, alimentando também o audiovisual das cinco frentes, as barracas de comida e a ambientação do pavilhão. A frente teve eletricista dedicado e equipe de técnicos em campo, do início da montagem ao fim da desmontagem, com caixas de energia, cabeamento e equipamento próprio da casa, e com responsabilidade técnica assinada, estrutural e elétrica. Nenhum trecho da alimentação ficou dependendo da instalação existente do pavilhão nem repartido entre fornecedores diferentes: o caminho da energia, do gerador até a régua do último expositor, foi desenhado, montado e operado pela mesma equipe.

O credenciamento entrou como frente própria, com cinco postos equipados com notebook e impressora térmica, switch de rede e técnico de TI, e 3.100 credenciais produzidas para os dois dias, de modo que a entrada de um público de circulação livre não virasse fila na porta.

Por fim, a montagem foi cortada em turnos de doze horas atravessando a madrugada, com equipes de carga e de montagem separadas, para que a janela entre a noite de 23 de janeiro e a abertura do dia 25 fosse contínua. Em campo atuaram 35 postos fixos de operação e coordenação, mais dez turnos de carga e montagem.

Retorno

3.898 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

A primeira edição da Expo MinÁsia Te Leva foi entregue dentro do calendário combinado. A abertura aconteceu no dia 25 de janeiro de 2025, às 08h, e o pavilhão operou em público até as 20h daquele dia; no dia 26 o evento seguiu até o encerramento e a desmontagem começou na mesma noite. [CONFIRMAR: horário de encerramento do dia 26, a OS v.05 registra 18h e a revisão de 04/09/2026 fala em 20h] É o que estava de pé na abertura das portas que sustenta a data: as cinco frentes de palco, o estande institucional da MinÁsia, as 53 posições de expositor, as 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas já estavam prontas, energizadas e com conteúdo rodando quando o primeiro visitante entrou.

O público veio no tamanho para o qual a operação foi dimensionada: aproximadamente 3.000 pessoas nos dois dias, em um pavilhão de 3.000 m² preparado para 3.000. Em uma primeira edição, sem histórico de circulação e sem planta de ano anterior para copiar, dimensionamento e realização coincidirem é o sinal mais direto de que o projeto foi calculado, e não estimado.

O indicador mais vivo, porém, é o comportamento desse público. A Expo fala com um público muito ativo em mídias sociais, e foi assim que o evento se comportou: repercussão grande nas redes, muito compartilhamento do que as pessoas fotografaram e filmaram dentro do pavilhão, engajamento alto e interação constante com as marcas presentes. As quatro áreas de país foram construídas para serem percorridas e fotografadas, com cenografia temática própria, identidade de cor por zona e conteúdo bilíngue nos painéis, e o visitante usou o espaço exatamente assim, como cenário que ele mesmo distribuiu. Para um evento que existe para promover uma marca, esse é o comportamento que se quer provocar, e ele apareceu como consequência do que foi construído em campo. [CONFIRMAR: números de alcance, compartilhamentos e publicações, caso a MinÁsia tenha relatório de mídia do período]

Essa repercussão virou negócio para a contratante, e esse é o indicador mais forte do case. A MinÁsia é uma agência de viagens que opera excursões para o Japão, a China, a Coreia do Sul e a Tailândia, e criou a Expo para promover a própria marca, trazendo um pouco da Ásia ao Brasil em vez de levar as pessoas até lá. O evento entregou essa promessa em forma de espaço, e a cliente converteu a atenção gerada em venda de pacotes de viagem. É a régua que interessa a um evento de marca: o visitante entrou para conhecer quatro países dentro de um galpão e saiu comprando a viagem até eles. A operação não se encerrou junto com o evento, ela continuou rendendo no balcão de vendas da agência.

A leitura da MinÁsia sobre a entrega foi de satisfação, com a operação em si, com a qualidade do que foi montado e com o engajamento do público dentro do espaço. Não existe avaliação formal ou índice documentado da cliente para este projeto: o registro é o relato da equipe que conduziu o evento.

A nota final é a amplitude do que foi contratado. A Nobox Group (AV2PLAY) não entrou como mais um fornecedor entre vários, com uma fatia do evento debaixo do braço. Respondeu como fornecedor único de infraestrutura: produção técnica do evento; audiovisual completo, com painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição; toda a cenografia, dos quatro países aos palcos, estruturas e backdrops; a montagem de todos os estandes, com marcenaria e tapeçaria; a sinalização do pavilhão; o credenciamento; e toda a distribuição elétrica, do gerador dedicado a cada estande, cada área de expositor e cada palco. Um pavilhão vazio de 3.000 m² virou quatro países percorríveis a pé, com cinco programações simultâneas e 53 montagens de estande, sob um único interlocutor técnico. É isso que permite que a divisória entre o Japão e a Tailândia seja uma decisão de projeto, e não uma negociação entre empresas diferentes no meio da madrugada de montagem.

Números que sustentam o case

EventoPrimeira edição da Expo MinÁsia Te Leva · abertura 25/01/2025 às 08h, operação até as 20h · 26/01/2025 até o encerramento, com desmontagem na mesma noite · PRO MAGNO Centro de Eventos, Pavimento Anexo, São Paulo/SP · montagem a partir da noite de 23/01 · [CONFIRMAR: encerramento do dia 26, a OS v.05 registra 18h e o 2º áudio fala em 20h] OS 01.25.001 v.05 e áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026
ContratanteMinÁsia, agência de viagens que opera excursões para Japão, China, Coreia do Sul e Tailândia · criou a Expo como promoção da própria marca, para trazer um pouco da Ásia ao Brasil áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026
Área3.000 m² (Pavimento Anexo) planta comercial do anexo, carimbo do espaço
PúblicoDimensionado para 3.000 pessoas · realizado de aproximadamente 3.000 pessoas nos dois dias áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026
Programações simultâneas5: a plenária principal e os 4 palcos de país (Coreia do Sul, Japão, China e Tailândia), cada um com atração, idioma, música e horário próprios OS de audiovisual v.05 e áudio de revisão do Chaves
Escopo da NoboxPalco principal, estande da MinÁsia, palco VIP, os quatro palcos de país e a montagem completa de todos os estandes · produção técnica do evento também da Nobox OS v.05 e áudio de revisão do Chaves
AudiovisualCompleto: painel de LED, sonorização, iluminação, operação de conteúdo, gravação e edição · cadeia própria e house mix por frente OS de audiovisual v.05
CenografiaToda a parte cenográfica: palcos, estruturas, backdrops e a montagem dos estandes com marcenaria e tapeçaria · planta dividida em 4 áreas, uma por país, cada uma com elementos do seu país e identidade de cor OS de cenografia v.05, planta baixa final e acervo
Estandes53 montagens, entre estandes construídos em madeira, estandes de backdrop impresso, 19 barracas de comida e a Vila dos Artistas resumo de cenografia por posição
Famílias de estande8 famílias de catálogo com escopo fixo (master, Gold completo, Gold simples, Gold só carpete, Lilac completo, Lilac simples, Purple Plus e barraca de comida), mais o módulo da Vila dos Artistas proposta de estandes fechados v.04 e MC v.06
Luz e sinalização186 refletores Par LED · mais de 20 tótens e backdrops de sinalização do pavilhão MC v.06 e OS de audiovisual v.05
EnergiaToda a distribuição elétrica do evento feita pela Nobox, do gerador dedicado até cada estande, cada área de expositor e cada palco, mais o audiovisual e a ambientação · eletricista dedicado e equipe de técnicos · caixas de energia, cabeamento e equipamento próprio · responsabilidade técnica assinada, estrutural e elétrica OS de audiovisual v.05, planejamento de custo e 2º áudio de revisão do Chaves
Credenciamento5 postos com notebook e impressora térmica, switch de rede e técnico de TI · 3.100 credenciais produzidas OS de audiovisual v.05 e planejamento de custo
Equipe em campo35 postos fixos de operação e coordenação, mais 10 turnos de carga e montagem · 2 coordenadores técnicos, um para Japão e Tailândia, outro para China e Coreia planejamento de custo v.05, seção de recursos humanos
Montagem e desmontagemCarga a partir da noite de 23/01, montagem em turnos de 12 horas atravessando a virada, com equipes de carga e de montagem separadas, até a abertura do dia 25 em força contínua · desmontagem iniciada na mesma noite do encerramento OS v.05 e planejamento de custo
Repercussão e conversãoPúblico muito ativo em mídias sociais: repercussão grande, muitos compartilhamentos, engajamento e interação · a MinÁsia converteu a repercussão em venda de pacotes de viagem · cliente satisfeita com a entrega, a qualidade e o engajamento do público · [CONFIRMAR: não há relatório de mídia nem número de alcance, compartilhamento ou venda; o registro é relato] 2º áudio de revisão do Chaves, 04/09/2026
Relação com o cliente (fora do texto)3 contratações em 7 meses: MinÁsia Cast (jun/2024), lançamento da Expo (dez/2024) e a Expo (jan/2025) · fato mantido no dossiê, mas retirado do Retorno por decisão do Chaves no 2º áudio propostas, OS 06.24.142 e projeto 01.25.001

Pendências

O que falta
  • Carta de anuência da MinÁsia
  • Avaliação formal do cliente (NPS ou equivalente). Deixou de ser lacuna aberta no texto: a satisfação da MinÁsia entra no Retorno como relato da equipe, conforme o 2º áudio do Chaves. Segue valendo que não existe NPS, índice ou carta de avaliação documentada no Drive
  • Métrica de mídia social. A repercussão está escrita como comportamento observado, sem número. Se a MinÁsia tiver relatório com alcance, compartilhamentos ou publicações do período, entra no Retorno
  • Horário de encerramento do dia 26. A OS v.05 registra 18h e o 2º áudio do Chaves fala em 20h. O texto está marcado com [CONFIRMAR] até alguém decidir
  • Quais fornecedores de operação (ambulância, bombeiro, segurança, limpeza, caçamba, banheiro químico) foram efetivamente contratados. Há orçamento, não há contratação no fechamento
  • Número de caminhões ou carretas. O fechamento traz uma linha única de logística de transporte
  • Fotografia do credenciamento em operação e do pavilhão no pico de público
  • Se haverá edição seguinte da Expo. Esta foi a primeira